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A Síndrome ou Doença de Mondor é descrita como um processo inflamatório raro, benigno e autolimitado que acomete os vasos tóraco-abdominais.
São vários os fatores predisponentes, e entre eles, a cirurgia plástica de mama é um dos mais frequentes.
A Doença de Mondor permanece sem esclarecimento quanto a sua fisiopatologia, porém é reconhecida como uma tromboflebite de vasos superficiais do tórax e abdômen, sendo os mais frequentes acometidos: veias tóraco-epigástrica, veia torácica lateral e veia epigástrica superficial.
Apresenta-se como um ou mais cordões longos, fibrosos, superficiais e endurecidos (como se fosse um tendão) em parede anterior do abdômen, em uma linha para-mediana, logo abaixo da cicatriz cirúrgica da mama.
Pode ocorrer dor, hiperemia e sensação de repuxamento, principalmente com a elevação dos braços.
Tratamento: normalmente há remissão completa do quadro em 2 a 3 semanas com uso de anti-inflamatórios não esteróides, repouso, compressa morna para quente e manipulações, porém a dor pode persistir por mais algum tempo.
Na Doença de Mondor, poderá ocorrer comprometimento venoso e linfático.
Exames de mamografia e ultrassonografia são complementares para o diagnóstico, porém é relevante a importância de exames para o câncer de mama.
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By | 2017-12-07T03:04:45+00:00 December 7th, 2017|Categories: Images|0 Comments

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